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sábado, 26 de setembro de 2026

A luz amarela acendeu - e eu entendi o que quero.


Tem dias em que aparentemente não acontece nada extraordinário. E talvez sejam justamente esses os dias em que a gente mais consegue escutar o que está acontecendo dentro da gente.


Meu sábado começou cedo. Teve rotina em casa, desjejum com minha mãe, preparação e gravação de mensagens para a comunidade, natação e, depois, uma coisa que ultimamente tem sido quase um luxo: algumas horas simplesmente descansando.


Tufão por perto. Televisão ligada. Um reality japonês. Nenhuma grande aventura.


Só a vida acontecendo.


Mas foi justamente nesse silêncio de um sábado mais tranquilo que algumas memórias resolveram aparecer.


E uma delas tinha nome.


Toshi.


Lembrei de conversas que tivemos, de conselhos que ele me deu e de coisas que, talvez, eu só tenha conseguido compreender verdadeiramente depois que o tempo passou.


Foi aí que percebi novamente aquela luz amarela sobre a qual venho falando.


🟡 A luz amarela acendeu.


Não como um sinal para desistir do amor.


Muito pelo contrário.


Talvez tenha acendido justamente porque continuo acreditando nele.


Só que hoje acredito de uma maneira diferente.


Eu não tenho mais pressa


Durante muito tempo, como acontece com tanta gente, eu também imaginei que encontrar alguém talvez dependesse de procurar mais, sair mais, conhecer mais pessoas ou simplesmente dar uma chance e descobrir depois o que aconteceria.


Vivi histórias. Acertei. Errei. Conheci pessoas. Algumas ficaram na memória. Outras passaram.


E o tempo foi fazendo o trabalho dele.


Hoje continuo querendo amar e ser amado. Continuo acreditando na possibilidade de encontrar alguém e construir uma história bonita.


Mas alguma coisa mudou.


Eu não quero alguém simplesmente para poder dizer que tenho alguém.


Quero presença.


Quero reciprocidade.


Quero carinho.


Quero fidelidade.


Quero poder olhar para o futuro e perceber que existem duas pessoas caminhando na mesma direção.


E foi exatamente aí que entendi algo muito simples:


eu sei o que quero viver na minha vida. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas posso procurar alguém que queira.


Talvez essa seja uma das maiores diferenças entre ter pressa para encontrar alguém e estar verdadeiramente preparado para reconhecer alguém quando essa pessoa aparecer.


Algumas lembranças nunca vão embora


O episódio deste sábado acabou entrando também em lugares que eu não havia planejado.


Voltei a 1999.


Lembrei de uma antiga balada em São Paulo, de pessoas que fizeram parte daquela época, de um primo que teve participação importante em algumas histórias da minha juventude e de amigos que já não estão mais aqui.


Falei sobre relacionamentos, sexo, intimidade, limites e escolhas.


Falei sobre aquilo que já vivi e, principalmente, sobre aquilo que não quero mais viver.


Porque amadurecer também é isso.


Não significa apagar quem fomos.


Significa conseguir olhar para trás e entender melhor por que hoje escolhemos determinados caminhos.


E se o amor vier?


Que venha.


Mas que venha bonito.


Que venha verdadeiro.


Que venha acompanhado de vontade de ficar.


E, acima de tudo, que exista espaço para Deus nessa história.


No final das contas, é assim que tenho pensado no futuro:


eu e Deus.


E, se alguém aparecer para dividir esse caminho, então seremos eu, Deus e mais alguém.


Sem desespero.


Sem qualquer pessoa apenas para preencher um espaço.


Sem transformar a procura pelo amor numa obrigação.


A vida continua enquanto o amor não chega.


E talvez essa seja justamente a grande descoberta.


🟡 A luz amarela não acendeu para mandar parar.


Acendeu para me lembrar de prestar atenção antes de seguir.


E foi sobre tudo isso — além da minha rotina, natação, Tufão, família, algumas boas risadas e os planos para o domingo — que conversei no Podcast do Fábio deste sábado, 26 de setembro de 2026.


Só que algumas coisas eu preferi contar falando.


Porque existem histórias que ganham outro significado quando você escuta a voz de quem as viveu.


🎙️ Ouça o episódio completo do Podcast do Fábio:


https://www.podcastdofabiotv.com.br


Talvez, depois de ouvir, fique uma pergunta para você também:

se a sua luz amarela acendesse hoje, o que ela estaria tentando fazer você enxergar?


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A luz amarela acendeu - e eu entendi o que quero.

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