sexta-feira, 24 de julho de 2026

​A Vida Continua. E Eu Também.

A Vida Continua. E Eu Também.

Há dias em que um episódio de podcast nasce do roteiro. Outros, porém, nascem da própria vida.

O episódio desta quinta-feira (TBT) do Podcast do Fabio acabou se transformando em uma reflexão sobre escolhas, expectativas e a coragem de seguir em frente. O que começou com o relato da rotina diária — os cuidados com o Labrador Tufão, a natação, a academia, o trabalho como advogado, professor e comunicador — terminou em uma conversa profunda sobre a maneira como encaramos as pessoas que passam pela nossa história.

Durante o programa, compartilhei uma metáfora que surgiu quase sem perceber: a vida é como uma viagem de trem.

Ao longo do caminho, pessoas embarcam e desembarcam. Algumas permanecem por muitas estações. Outras passam rapidamente, deixando apenas uma lembrança, um aprendizado ou uma pergunta sem resposta.

A grande reflexão do episódio, porém, não foi sobre quem entra ou quem sai da nossa vida.

Foi sobre a importância de não estacionarmos o nosso próprio trem esperando que alguém volte.

Quantas vezes desperdiçamos energia tentando interpretar sinais, coincidências, olhares ou silêncios? Quantas histórias construímos dentro da nossa imaginação antes mesmo de existir uma história na realidade?

Essa reflexão levou a uma decisão pessoal: viver mais de fatos do que de suposições.

Valorizar a reciprocidade em vez da expectativa.

Investir tempo e sentimentos em relações construídas sobre respeito, liberdade, sinceridade e verdade.

O episódio também trouxe um desabafo importante sobre privacidade. Compartilhei minha preocupação com ouvintes que, movidos pela curiosidade ou pela boa intenção, acabam procurando e enviando informações pessoais sobre pessoas mencionadas no programa. Reforcei que esse tipo de atitude não faz parte da forma como escolho viver. Não acredito em perseguir pessoas nem em ultrapassar limites. Cada um deve ser livre para escolher permanecer ou seguir seu próprio caminho.

Entre uma história e outra, o episódio percorreu temas como saúde, disciplina, trabalho, fé, família e a importância dos pequenos hábitos diários. A rotina de exercícios, o cuidado com minha mãe, a atenção dedicada ao Tufão e os projetos profissionais lembram que a vida continua acontecendo, mesmo quando estamos refletindo sobre o passado.

Inspirado pela canção “Trem-Bala”, de Ana Vilela, e pelas referências musicais de Laura Pausini, o episódio caminhou para uma conclusão simples, mas profundamente significativa: não podemos controlar quem entra ou sai da nossa viagem, mas podemos decidir continuar caminhando.

No fim das contas, talvez a maturidade esteja justamente nisso.

Continuar acreditando nas pessoas sem viver de ilusões.

Continuar acreditando no amor sem abrir mão da paz.

Continuar acreditando em Deus, mesmo quando nem todos os caminhos fazem sentido.

Porque alguns vagões podem até ficar vazios por um tempo.

Mas um trem vazio continua seguindo.

Os trilhos continuam.

O horizonte continua.

E nós também.


🎙️ Ouça o episódio completo do Podcast do Fabio:

https://taggo.one/podcastdofabio

Que Deus abençoe a sua caminhada e todas as estações da sua vida.


quinta-feira, 23 de julho de 2026

Eu só queria amar … e, claro, ser amado!

Eu Só Queria Amar e Ser Amado

Toda quarta-feira tem um significado especial no Podcast do Fábio. É o dia em que a rotina dá lugar aos sentimentos, às memórias e às reflexões sobre aquilo que talvez seja a maior busca do ser humano: amar e ser amado.

O episódio começa com um retrato simples da vida. O despertador toca cedo, às 5h30. Entre colocar o lixo na rua, cuidar do Tufão, acompanhar os jornais da manhã, preparar materiais para os alunos, dar aula, nadar, fazer exercícios e trabalhar na Rádio Drops Jurídico, a vida segue seu ritmo. Há disciplina, responsabilidade e o compromisso de continuar evoluindo.

Essa evolução também aparece na saúde. Depois de iniciar o ano com quase 150 quilos, hoje já são aproximadamente 25 quilos eliminados. Mais do que um número na balança, essa conquista representa uma mudança de hábitos, perseverança e a certeza de que grandes transformações acontecem um dia de cada vez.

Mas a Quarta do Amor nunca fica apenas na rotina.

O episódio mergulha em lembranças importantes. A primeira namorada, Vanessa, reaparece após muitos anos, despertando reflexões sobre escolhas, amadurecimento e o respeito ao passado. Também há espaço para recordar o eterno Toshi, um amor que marcou profundamente a vida de Fábio e cuja memória permanece simbolizada pela aliança preta com uma faixa dourada, lembrando que algumas pessoas jamais deixam verdadeiramente o nosso coração.

Entre recordações e aprendizados, surge o tema que atravessa todo o episódio: Gabriel.

Sem saber, o jovem rapaz que trabalha no Carrefour tornou-se símbolo de algo maior. Não apenas de um encantamento, mas da redescoberta da esperança. Um sorriso, um olhar e uma presença foram suficientes para mostrar que o coração continua vivo e que ainda é possível acreditar no amor, independentemente da idade.

Fábio fala com sinceridade sobre a timidez, o medo da rejeição e o desejo de construir um relacionamento baseado em valores simples: fidelidade, transparência, confiança, companheirismo e visão de futuro.

Não há espaço para jogos, máscaras ou relacionamentos superficiais. O sonho continua sendo dividir a rotina com alguém: ir ao cinema, jantar, assistir a um filme, viajar, frequentar a igreja e envelhecer juntos. São justamente essas pequenas experiências que, para ele, dão sentido ao verdadeiro amor.

O episódio também propõe uma reflexão importante sobre confiança. Para Fábio, um relacionamento saudável não pode ser construído sobre segredos permanentes ou desconfianças constantes. A transparência, o diálogo e o respeito mútuo são pilares fundamentais para qualquer compromisso duradouro.

Talvez a frase que melhor resuma todo o episódio seja justamente a que encerra a gravação:

“Eu sei bem o que quero viver na minha vida. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas posso, sim, buscar alguém que queira viver o mesmo que eu.”

Essa frase vai muito além de um relacionamento. Ela fala sobre liberdade, respeito e maturidade. Cada pessoa escolhe o próprio caminho, e amar também significa compreender essa liberdade, desejando sinceramente a felicidade do outro, mesmo quando ela não acontece ao nosso lado.

No fim das contas, esta Quarta do Amor não é apenas sobre Gabriel. Também não é apenas sobre Toshi ou Vanessa. É sobre a coragem de continuar acreditando que vale a pena amar.

E talvez seja justamente isso que torna esse episódio tão especial.

Porque, antes de procurar alguém para caminhar ao nosso lado, precisamos continuar caminhando sem perder a esperança.


🎙️ Ouça este episódio e acompanhe todas as plataformas oficiais do Podcast do Fábio:

https://taggo.one/podcastdofabio


Aos mais “desativados” … as fotos (INfelizmente) são feitas por IA 

sexta-feira, 17 de julho de 2026

​Ainda Acredito no Amor…

Há dias que passam sem deixar marcas.

E há dias que mudam alguma coisa dentro da gente sem que nada de extraordinário aconteça.

Hoje foi um desses dias.

Acordei às 5h20 da manhã. O Tufão bateu na porta do quarto para pedir que eu abrisse a porta para ele fazer xixi. Coloquei o lixo para fora, preparei o café da manhã da minha mãe, fiz minha pesagem semanal e tive uma alegria que há alguns meses parecia distante: mais 1,2 kg eliminados. Agora são 124,1 kg.

É impressionante como disciplina, foco, exercício físico e a ajuda de pessoas boas, como o meu personal Maurão, conseguem transformar uma caminhada que antes parecia impossível.

Depois vieram as aulas, o corte de cabelo com o Rosaldo — que cuida do meu cabelo há quase vinte anos —, o trabalho como advogado, a preparação dos sermões para a Comunidade Voz & Fé, a natação e a academia.

Foi um dia cheio.

E talvez exatamente por isso eu não imaginasse que o momento mais marcante duraria apenas alguns minutos.

Depois do treino, passei no Carrefour do shopping.

E lá estava o Gabriel.

Meu crush.

Não porque eu conheça profundamente quem ele é. Na verdade, conheço muito pouco da sua vida.

O que conheço é o suficiente para despertar um sentimento bonito: um sorriso sincero, um jeito delicado de tratar as pessoas, uma educação rara e uma serenidade que transmite paz.

Hoje conversamos um pouco.

Nossas mãos se tocaram por alguns instantes enquanto ele passava minhas compras.

Na despedida, desejei um bom fim de semana.

Ele olhou para mim, sorriu e respondeu com a mesma gentileza de sempre.

Pode parecer pouco.

Talvez, para quem lê estas linhas, isso seja apenas um atendimento comum em um supermercado.

Mas o coração nem sempre mede os acontecimentos pelo tamanho deles.

Às vezes, um único sorriso consegue ocupar um dia inteiro.

Saí feliz.

E, curiosamente, também saí triste.

Feliz porque percebi que ainda sou capaz de me encantar por alguém.

Triste porque a vida também nos ensina que nem todo encantamento se transforma em uma história de amor.

Foi então que me dei conta de uma sensação que me acompanha há muitos anos.

Brinco dizendo que tenho a “síndrome do dedo podre”.

É a impressão de que meu coração costuma escolher justamente pessoas que talvez nunca viessem a me escolher.

Não porque sejam pessoas ruins.

Muito pelo contrário.

Mas porque a vida, às vezes, simplesmente segue caminhos diferentes.

Isso dói.

Dói porque eu nunca procurei aventuras.

Nunca procurei relacionamentos descartáveis.

Nunca procurei alguém apenas para preencher um vazio.

O que sempre procurei foi um companheiro.

Alguém para dividir o café da manhã — no meu caso, um copo de água ou uma Pepsi.

Alguém para assistir a um filme no sofá.

Para caminhar de mãos dadas.

Para ir à igreja.

Para enfrentar as dificuldades sem soltar a mão um do outro.

Para envelhecer junto.

Talvez seja um sonho simples.

Mas é exatamente esse sonho que mora dentro do meu coração.

E, curiosamente, o Gabriel me fez lembrar que esse sonho continua vivo.

Não porque exista qualquer promessa entre nós.

Não existe.

Não porque eu saiba o que ele pensa.

Eu não sei.

Nem porque eu espere alguma coisa específica dele.

Também não.

Na verdade, hoje eu compreendi algo importante.

Amar alguém também significa desejar sinceramente que essa pessoa seja feliz.

Mesmo que essa felicidade não aconteça ao nosso lado.

Por isso, se o caminho do Gabriel nunca cruzar o meu de uma forma diferente, tudo bem.

Que Deus cuide dele.

Que ele seja imensamente feliz.

Que encontre pessoas que o amem, o respeitem e façam bem ao seu coração.

E quanto a mim?

Eu continuo fazendo a mesma oração.

Não peço a Deus uma pessoa específica.

Peço apenas que, no tempo certo, Ele coloque em meu caminho alguém que também esteja procurando por mim.

Alguém que queira viver o mesmo amor que eu sonho viver.

Porque existe uma enorme diferença entre gostar de alguém e caminhar ao lado de alguém.

O amor verdadeiro nasce quando dois corações escolhem um ao outro.

Enquanto esse dia não chega, continuo vivendo.

Continuo trabalhando.

Continuo emagrecendo.

Continuo servindo a Deus.

Continuo cuidando da minha mãe.

Continuo cuidando do Tufão.

Continuo acreditando que vale a pena ser fiel aos meus valores, mesmo quando o mundo parece caminhar em outra direção.

E continuo acreditando que o amor ainda existe.

Talvez hoje eu tenha encontrado apenas um sorriso.

Mas, às vezes, um sorriso basta para lembrar que o nosso coração continua vivo.

E enquanto ele continuar vivo, eu me recuso a desistir da esperança.

Porque, no fundo, não estou procurando alguém perfeito.

Estou apenas esperando encontrar alguém que também esteja procurando por mim.


17 de Julho de 2026


quarta-feira, 8 de julho de 2026

​Quando a Saudade Mudou o Roteiro: Entre a Disciplina, a Fé e o Amor que Nunca Morre.



Por Fabio Tadeu


Há dias em que acreditamos ter tudo planejado.


A pauta está pronta, os assuntos organizados, a rotina cumprida, as ideias em ordem. Mas basta uma lembrança surgir silenciosamente para que toda a programação da vida seja reescrita.


Foi exatamente isso que aconteceu comigo neste 8 de julho.


O episódio do podcast começou como tantos outros: falando sobre disciplina, saúde, trabalho e projetos. Terminou, porém, falando sobre amor, memória, saudade e esperança.


E talvez essa seja justamente a beleza da vida.


A disciplina que transforma


Meu dia começou cedo.


Pouco depois das seis da manhã, fui cuidar do Tufão, meu velho companheiro de quatro patas, antes mesmo de preparar o café da manhã de minha mãe.


Depois vieram as tarefas comuns de qualquer filho que divide a vida com uma mãe de 133 anos: ajudá-la, organizar a casa e acompanhá-la à consulta médica para tratar a gonartrose, uma realidade presente na vida de tantos idosos.


Entre um compromisso e outro, encontrei tempo para escrever dois sermões destinados à Comunidade Cristã Voz & Fé, a igreja inclusiva que venho construindo com tanto carinho e convicção.


Mais tarde, vieram a aula de natação pela manhã e os quarenta e cinco minutos de esteira no fim da tarde.


Parece rotina.


E é.


Mas é justamente a rotina que muda destinos.


No início deste ano eu estava próximo dos 150 quilos.


Hoje estou na casa dos 126.


São mais de vinte quilos deixados para trás.


Não foi um milagre instantâneo.


Foi uma coleção de pequenas decisões repetidas diariamente.


Uma esteira de cada vez.


Uma aula de natação de cada vez.


Um pão a menos.


Uma escolha mais consciente.


A transformação raramente acontece em um único dia.


Ela acontece quando um dia comum é repetido centenas de vezes.


Academia não é lugar para procurar amor.


Durante muitos anos pensei diferente.


Como tanta gente, imaginei que talvez o amor pudesse aparecer em qualquer lugar.


Inclusive dentro de uma academia.


Hoje penso exatamente o contrário.


Academia é lugar para cuidar da saúde.


Ponto.


Os músculos envelhecem.


A beleza muda.


O corpo inevitavelmente se transforma.


Quem vive apenas em função da aparência acaba descobrindo, cedo ou tarde, que ela é passageira.


Costumo brincar dizendo que quem gosta exclusivamente de corpo é o médico legista, o coveiro e, como aprendi recentemente com os ouvintes, também o tanatopraxista.


É uma frase provocativa.


Mas ela esconde uma verdade importante.


Nenhum relacionamento sólido permanece apenas porque alguém possui um corpo bonito.


A vida cobra muito mais do que isso.


Cobra caráter.


Lealdade.


Companheirismo.


Respeito.


Fidelidade.


Crescer também é mudar


Nem sempre fui assim.


Houve uma época em que vivi intensamente.


Também tive fases superficiais.


Também procurei felicidade onde ela não existia.


Também me deixei levar por ilusões.


Hoje olho para aquele rapaz mais jovem quase com ternura.


Ele precisava viver tudo aquilo para compreender que o vazio nunca é preenchido por relações descartáveis.


Aprendi que maturidade não significa deixar de sentir.


Significa aprender onde vale a pena investir o próprio coração.


O amor verdadeiro não desaparece


Eu não esperava falar sobre isso no podcast.


Na verdade, sequer havia pensado nesse assunto durante o dia.


Mas basta uma música tocar para que certas portas da memória se abram.


Foi assim que Toshi voltou.


Toshiaki.


O homem com quem eu realmente planejava construir uma vida.


Não era um romance passageiro.


Não era entusiasmo juvenil.


Era projeto.


Era compromisso.


Era futuro.


Falávamos sobre morar juntos.


Sobre envelhecer juntos.


Sobre dividir a vida.


A morte, porém, decidiu escrever outro roteiro.


Existem pessoas que passam pela nossa existência apenas por um período.


Outras permanecem para sempre.


Mesmo depois de partirem.


O significado de um anel


Há muitos anos uso um anel preto com uma discreta faixa dourada.


Pouca gente conhece sua verdadeira história.


O preto representa as perdas inevitáveis da vida.


Todos perderemos pessoas.


Todos enfrentaremos despedidas.


Todos conheceremos o luto em algum momento.


Mas a linha dourada atravessa exatamente o centro do anel.


Ela simboliza aquilo que permanece.


Deus.


O amor.


A esperança.


Mesmo quando tudo parece escuro, existe uma linha dourada sustentando a história.


Talvez seja exatamente isso que a fé represente.


Não a ausência da dor.


Mas a certeza de que a dor nunca terá a última palavra.


O amor continua sendo possível


Muita gente imagina que lembrar de alguém significa permanecer preso ao passado.


Não acredito nisso.


Guardar gratidão não impede novos começos.


Se um dia Deus colocar alguém novamente em meu caminho, saberei retirar aquele anel e entregar meu coração por inteiro outra vez.


Porque amar nunca foi meu problema.


Meu desafio sempre foi encontrar alguém que desejasse viver o mesmo tipo de amor que eu.


Continuo acreditando na fidelidade.


Continuo acreditando em projetos construídos a dois.


Continuo acreditando que vale mais dividir uma vida inteira com uma única pessoa do que colecionar encontros que desaparecem no dia seguinte.


Ainda acredito nisso.


Teimosamente.


A vida mudou o roteiro


Quando comecei a gravar aquele episódio, imaginava falar sobre academia, rotina, emagrecimento, rádio, ministério e trabalho.


No final, tudo mudou.


A saudade assumiu o microfone.


E talvez tenha sido melhor assim.


Porque a vida raramente segue o roteiro que escrevemos.


Ela escreve o próprio texto.


Nós apenas aprendemos a interpretá-lo.


Naquela noite, compreendi novamente que algumas pessoas nunca deixam realmente de caminhar ao nosso lado.


Elas continuam presentes na memória.


Na gratidão.


Nas escolhas.


Na forma como aprendemos a amar.


E talvez seja exatamente por isso que continuo acreditando, apesar de tudo.


Porque, no fim das contas, existe uma frase que resume toda essa história:


Nesta vida, mais vale ter amado e perdido do que nunca ter amado.




Fabio Tadeu

Advogado • Teólogo • Professor • Radialista • Pastor Presidente da Comunidade Cristã Voz & Fé • Fundador da Drops Jurídico


“O amor verdadeiro talvez não elimine a saudade. Mas transforma a saudade em gratidão por tudo aquilo que um dia tivemos a graça de viver.”

​A Vida Continua. E Eu Também.

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