Entre academia, fé e encontros inesperados
Reflexões de um dia comum que mexeu comigo

Existem dias que parecem absolutamente comuns.
Dias de trabalho, compromissos, academia, trânsito, chuva em São Paulo e a rotina que segue seu ritmo natural.
Mas às vezes, no meio desses dias aparentemente comuns, acontece algo pequeno. Um detalhe. Um encontro. Um instante que faz a gente parar e pensar um pouco mais sobre a vida.
Foi exatamente assim o dia de ontem.
Depois de uma manhã intensa resolvendo questões no estúdio da Drops Jurídico, organizando materiais e colocando em ordem projetos que fazem parte da minha caminhada profissional, a tarde seguiu com aulas para alunos que se preparam para concursos públicos.
A rotina de quem vive entre o Direito, o ensino e a comunicação nem sempre é leve — mas é profundamente gratificante.
Quando a aula terminou e eu finalmente segui para casa, me preparei para mais uma parte do dia que tem se tornado muito importante na minha vida: a academia.
A disciplina com o corpo, o cuidado com a saúde e o processo de transformação física que estou vivendo têm sido uma experiência muito positiva.
Mas foi justamente ali, no estacionamento da academia, que algo curioso aconteceu.
Um encontro inesperado
Enquanto saía com o carro, aconteceu algo simples — e ao mesmo tempo curioso.
Um dos professores da academia, o Yuri, acabou parando bem à minha frente por alguns instantes enquanto aguardava uma senhora estacionar.
Foi uma situação absolutamente comum, dessas que acontecem todos os dias em qualquer estacionamento.
Mas, como às vezes acontece na vida, pequenos momentos despertam reflexões maiores.
Yuri é um daqueles caras que têm presença.
Um homem bonito, seguro, com postura marcante.
E eu sempre digo algo que repito sem nenhum problema:
sorte de quem tem ele por perto.
Nada além disso.
Não existe fantasia, não existe intenção escondida, não existe desejo de ultrapassar limites.
Existem apenas duas coisas muito simples:
admiração pela beleza de alguém
e respeito pelos próprios valores.
E para mim, isso é fundamental.
Valores vêm antes de qualquer emoção
A vida é cheia de encontros.
Alguns passam rapidamente.
Outros deixam pequenas marcas na memória.
Mas uma coisa sempre esteve muito clara dentro de mim:
meus valores vêm antes de qualquer emoção.
A beleza de alguém pode chamar atenção.
A presença de alguém pode ser admirada.
Mas cada pessoa tem sua própria história, seus próprios caminhos e suas próprias escolhas.
E a maturidade está justamente em reconhecer isso.
Por isso eu sempre digo:
sorte de quem tem pessoas assim por perto.
Porque no final das contas, cada um constrói a própria história.
A vida também é feita de pequenas coisas
O curioso é que, no meio de um dia cheio de atividades, outras coisas também aconteceram.
Logo cedo levei o Tufão, meu companheiro de quatro patas, para tomar banho e passar no veterinário.
Quem tem um animal em casa sabe o quanto esses momentos simples também fazem parte da vida.
Também lembrei da minha avó paterna, que nasceu em 191 e que já está do outro lado da vida.
Em dias especiais, gosto de lembrar daqueles que fizeram parte da minha história.
A memória também é uma forma de presença.
Entre academia, fé e propósito
Hoje o dia segue mais tranquilo.
A disciplina da academia continua firme — e os resultados já começam a aparecer.
Com quase dois metros de altura, encontrar um peso saudável faz muita diferença na qualidade de vida.
Mas além da rotina física, existe também a dimensão espiritual.
Hoje à noite tenho compromisso na igreja com a Escola Missionária da Fé.
Para quem não sabe, além da formação em Direito e da minha trajetória acadêmica, também sou formado em Teologia.
A fé sempre fez parte do meu caminho.
Sobre encontros e escolhas
A verdade é que a vida é cheia de pessoas que cruzam nosso caminho.
Algumas ficam.
Outras apenas passam.
E tudo bem.
Nem todo encontro precisa virar história.
Mas alguns encontros nos lembram algo importante:
que ainda somos capazes de perceber beleza, gentileza e presença nas pessoas ao nosso redor.
Uma frase que sempre me acompanha
Existe algo que repito muitas vezes, porque traduz exatamente aquilo em que acredito:
“Eu sei bem o que quero viver na minha vida.
Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo.
Mas posso procurar alguém que queira caminhar na mesma direção.”
No final das contas, é disso que a vida se trata.
Caminhos.
Escolhas.
Valores.
E encontros inesperados que, de alguma forma, acabam fazendo parte da nossa história.
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