sábado, 25 de abril de 2026

CHOCANTE? UM OLHAR NO AÇOUGUE MUDOU TUDO… E ME FEZ PENSAR SOBRE O AMOR (E SOBRE MIM).

O dia simples… que não foi tão simples assim




O dia começou tranquilo.

Café da manhã básico, exame de sangue com direito a voucher, pão de queijo, academia (sim, duas academias — uma pra natação, outra pro cardio), almoço em casa, ida à farmácia com minha mãe…

Aliás, um detalhe curioso: desde quando farmácia vende sorvete?

Sério. Aquilo me pegou. 😂

Mas tudo dentro do esperado… até então.


O mundo continua girando… e as pessoas também

Na farmácia, encontrei um rapaz que já tinha cruzado comigo antes.

Nada demais — mas aquele tipo de situação em que você percebe um certo desconforto, um olhar atravessado, uma leitura errada que a pessoa fez de você.

E tudo bem.

Porque hoje eu sei quem eu sou.

E isso muda completamente o jogo.


E então… o açougue

No caminho da padaria, encontro uma amiga da igreja.

Conversamos, rimos, e decidimos ir juntos ao açougue.

Ela foi pedir carne.
Eu fui pedir frios.

Cena simples. Rotina pura.

Até que vem o comentário:

“Você viu como ele te olha?”

Na hora, descartei.

“Você tá louca.”

Mas aí… eu olhei.

E quando eu olhei de verdade — não com o olhar automático, mas com atenção — eu percebi.

Tinha algo ali.


Não era desejo… era possibilidade

E isso foi o mais curioso.

Porque eu já tinha visto aquele rapaz antes.

Já tinha achado ele… interessante.

Mas nunca tinha passado disso.

Nunca tinha olhado com intenção.
Nunca tinha cogitado nada.

Até alguém me fazer enxergar.


O problema (ou a realidade)

E aí vem uma verdade que pouca gente fala:

Pra quem é homem e se interessa por homem… isso é uma loteria.

Você nunca sabe:

  • Se é recíproco
  • Se é só curiosidade
  • Se é julgamento
  • Ou se pode virar um problema

Então você aprende a observar.

A medir.

A não sair se jogando.


Eu já fui diferente

Eu já fui direto.

Já fui impulsivo.

Já fui aquele cara que falava sem filtro, sem pensar, sem medir consequência.

E vivi coisas que hoje… não fazem mais sentido pra mim.

Não me arrependo — fazem parte da minha história.

Mas hoje, eu sou outro homem.


Hoje eu estou em paz

E isso é o ponto central de tudo.

Eu não estou carente.
Eu não estou buscando qualquer coisa.
Eu não aceito migalha.

Eu estou em paz.

E quando você está em paz…
você não corre atrás — você observa.


¿Dónde estás, corazón?

Talvez essa seja a pergunta que fica.

Não de desespero.

Mas de curiosidade serena.

Será que aquele olhar significava algo?
Será que não?
Será que eu vou descobrir?

Não sei.

E, pela primeira vez em muito tempo…

eu não preciso saber agora.


O que fica desse episódio?

Que às vezes a vida não quer te dar respostas.

Ela só quer te fazer olhar diferente.

E isso… já é suficiente.


E agora?

Agora é simples:

Se acontecer de novo, eu observo.
Se não acontecer, sigo em paz.

Sem pressão.
Sem expectativa exagerada.
Sem perder quem eu sou.

Porque no fim…

O que tiver que ser, vai ser.

quinta-feira, 23 de abril de 2026

​O DIA EM QUE EU ACORDEI — E PAREI DE ACEITAR MIGALHAS!!

📅 Quarta-feira, 22 de abril de 2026.


Foi a quarta tentativa de gravar esse episódio.

Quarta.

E talvez isso diga mais do que qualquer introdução bem ensaiada.

Porque quando a vida está acontecendo de verdade…
ela não cabe num roteiro perfeito.


Eu não faço podcast. Eu registro a vida.

O que você ouve aqui não é um podcast tradicional.

Nunca foi.

Isso aqui é um audioblog.
É um pedaço da minha vida… cru, real, sem filtro.

Começou lá atrás, em 2004, inspirado por algo simples:
o “Diário do Carlton”, de Um Maluco no Pedaço.

E desde então, eu falei.

Falei muito.

Falei errado.

Falei demais.


Quando eu me perdi de mim mesmo

Teve uma época em que falar me trouxe audiência.

Mas não verdade.

Era fácil:
bastava falar de sexo, exagerar, provocar…

E as pessoas vinham.

Só que junto com elas, eu fui me perdendo.

Até o dia em que eu percebi uma coisa simples —
e dolorosa:

👉 eu tinha muito mais a oferecer do que isso.

E parei.


A vida voltou — e eu também

Voltei na pandemia.

Sem plateia.
Sem barulho.
Sem necessidade de agradar.

Voltei porque precisava me ouvir.

E dessa vez…
eu voltei diferente.


Entre academia, fé e responsabilidade

Nos últimos dias, a vida foi intensa:

✔️ Web rádio pra estruturar
✔️ Aula pra ministrar
✔️ Missas pra viver
✔️ Treino pra manter
✔️ Família pra honrar

Sou advogado.
Professor de Direito.
Radialista.
Teólogo.
Pastor.

Mas antes de tudo…
sou um homem tentando viver com verdade.


O momento em que tudo mudou

E foi na academia que aconteceu.

Eu vi alguém.

Alguém que, há pouco tempo, teria mexido comigo.

Alguém que eu já achei interessante.
Bonito.
Possível.

E naquele momento…

Nada.

Absolutamente nada.

Sem frio na barriga.
Sem curiosidade.
Sem vontade.

Só silêncio.


E foi ali que eu entendi tudo

Não foi sobre ele.

Foi sobre mim.

👉 Eu cresci.

Simples assim.


A maior armadilha: criar um príncipe onde existe um sapo

A gente faz isso.

Projeta.

Idealiza.

Insiste.

Cria histórias que nunca existiram.

E chama isso de sentimento.

Mas não é.

É carência disfarçada de esperança.

E quando você acorda…
a realidade não dói.

Ela liberta.


Eu não aceito mais migalhas

Essa talvez seja a frase mais importante desse episódio.

Eu não aceito mais migalhas.

Não aceito interesse raso.
Não aceito desejo vazio.
Não aceito ser tratado como opção.

Porque eu sei quem eu sou.

E sei o que eu tenho a oferecer.


Sobre amor, corpo e verdade

Hoje, mais do que nunca, eu tenho clareza:

Eu não procuro corpo.

Procuro caráter.
Coração.
Verdade.

Num mundo que valoriza aparência acima de essência…
isso virou quase um ato de resistência.

Mas é o meu caminho.

E eu não negocio mais isso.


O erro que eu não repito

Já errei.

Já me deixei levar.
Já quase troquei meus valores por validação.

Já ouvi conselhos errados.
Já fiz escolhas que não me representam.

Mas hoje?

Hoje eu não repito.


Sentimento não manda mais em mim

Eu sou canceriano.

Sentimental por natureza.

Mas aprendi algo essencial:

👉 sentimento sem direção destrói.

Hoje, quem conduz minha vida é a consciência.

E isso muda tudo.


O que eu quero (e o que eu não aceito mais)

Eu não quero alguém perfeito.

Eu quero alguém verdadeiro.

Não quero pressa.
Não quero superficialidade.
Não quero jogo.

Quero reciprocidade.

E se não tiver?

Tudo bem.

Porque hoje eu sei ficar bem sozinho.


O verdadeiro despertar

Esse episódio não é sobre um encontro.

É sobre um despertar.

Sobre olhar pra alguém que antes te abalava…
e perceber que você não pertence mais àquele lugar.

E isso não é frieza.

É evolução.


Se você entendeu isso… você também cresceu

Se em algum momento você já:

• deixou de sentir algo que antes parecia enorme
• percebeu que merecia mais
• decidiu não aceitar menos do que é digno

Então esse episódio também é seu.


🎧 Ouça o episódio completo:

👉 https://taggo.one/podcastdofabio


Conclusão (sem romantizar):

Nem todo sentimento merece ser vivido.
Nem toda conexão merece ser insistida.
Nem toda pessoa merece acesso a você.

E tudo bem.

Porque no final…

👉 quem sabe o que quer, não se perde em qualquer caminho.


🔖 

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CHOCANTE? UM OLHAR NO AÇOUGUE MUDOU TUDO… E ME FEZ PENSAR SOBRE O AMOR (E SOBRE MIM).

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