domingo, 1 de março de 2026

01 de março de 2026 - Domingo que Fica — Mais uma vez falando do Crush da Igreja


Domingo que Fica — Mais uma vez falando do Crush da Igreja

Existem domingos que simplesmente passam pelo calendário.
E existem domingos que atravessam a gente.

Este foi um desses.

Segundo Domingo da Quaresma. Primeiro dia de março. Um daqueles dias que começam cedo, terminam tarde e deixam no corpo o cansaço de quem serviu — mas na alma deixam algo impossível de explicar com pressa.

Três missas.
Música.
Canto.
Animação litúrgica.

O tipo de domingo que exige presença inteira. E talvez por isso mesmo tenha sido tão verdadeiro.

Há muitos anos eu toco e canto na missa. Não é um hobby, não é um detalhe: é parte de quem eu sou. Mesmo com a rotina puxada — curso, rádio, trabalho, vida adulta em sua versão mais intensa — servir continua sendo um lugar de alinhamento interior. Um espaço onde o coração entende o sentido do esforço e reencontra o essencial.

Foi também um domingo de retorno. Voltar a gravar o podcast. Voltar a falar. Voltar a registrar a vida como ela é, sem maquiagem. Esse espaço que sempre chamei de audioblog nunca foi sobre performance — sempre foi sobre verdade, reflexão e escuta.

E a verdade daquele domingo aconteceu na simplicidade.

Na missa das seis da tarde, ele estava lá.
Servindo com naturalidade.
Fazendo a leitura.
Participando com aquela presença tranquila que não busca destaque — mas acaba sendo percebida. Não por esforço. Mas por coerência.

É curioso como, às vezes, a gente percebe alguém não pelo que faz, mas pelo jeito de estar. Pelo modo respeitoso de ocupar o espaço. Pelo silêncio sereno. Pela masculinidade calma, que não precisa se afirmar o tempo todo.

Depois da celebração, algo pequeno aconteceu. Pequeno apenas para quem não entende o valor dos detalhes.

Um abraço.

Entre duas pessoas adultas.
Respeitoso.
Sem ensaio.
Sem intenção calculada.
Sem pressa.

Um abraço firme e simples, daqueles que comunicam presença e humanidade. Um gesto breve, mas suficiente para suspender o barulho do mundo ao redor. Não foi longo demais, nem rápido demais. Foi adequado, sincero, verdadeiro. Um desses momentos em que o tempo parece respeitar o silêncio do gesto — e a experiência fala antes da explicação.

Não é sobre querer algo a mais.
Não é sobre criar histórias.
Não é sobre expectativa.

É sobre reconhecer que existem encontros que não pedem futuro — pedem memória.

E talvez seja isso que a Quaresma nos ensine com tanta delicadeza: a prestar atenção no que é essencial. A perceber Deus também nos intervalos da liturgia, nos gestos humanos, nas relações respeitosas, nos encontros que não se explicam — inclusive quando esse afeto nasce entre pessoas do mesmo sexo, de forma honesta e consciente.

Porque espiritualidade não é fuga do humano.
É mergulho responsável nele.

Há algo profundamente sagrado em reconhecer que o afeto existe, que a admiração existe, que o coração responde — e que tudo isso pode coexistir com fé, discernimento e maturidade. Mesmo quando a gente sabe exatamente onde está, quem é, e o que deseja viver com responsabilidade.

Não se trata de posse.
Trata-se de respeito.
De limites.
E de gratidão.

Gratidão por um domingo que aqueceu a semana inteira. Gratidão por um gesto simples que ficou registrado. Gratidão por entender que nem tudo precisa se resolver — algumas coisas só precisam ser vividas, acolhidas e guardadas com cuidado.

Às vezes achamos que somos invisíveis na vida de alguém.
E, sem saber, somos um mundo inteiro.

Que este domingo fique.
Que a semana siga leve.
E que a fé continue encontrando morada nas pequenas coisas — porque é ali que ela sempre esteve.

🎧 O episódio completo está disponível no podcast:
🔗 taggo.one/podcastdofabio





Hashtags

#DomingoQueFica
#PodcastDoFabio
#Audioblog
#Quaresma
#EspiritualidadeVivida
#FéNoCotidiano
#AfetoComRespeito
#HumanidadeEfé
#MasculinidadeSerena
#CrônicasDaVida
#HistóriasQueAquecem





terça-feira, 25 de março de 2025

Entre o Trânsito e o Coração: Reflexões de um Canceriano Cansado (mas Resiliente)

Entre o Trânsito e o Coração: Reflexões de um Canceriano Cansado (mas Resiliente)

Hoje, enquanto o trânsito paulistano se arrastava lá fora, eu me vi preso em outro congestionamento — o dos sentimentos. Gravei mais um episódio do meu podcast, como quem conversa com o próprio espelho. E mais uma vez, percebi o quanto esse exercício de falar comigo mesmo, e com vocês, é também um ato de cura.

A vida tem me ensinado, às vezes com doçura, às vezes com um tapa seco no rosto, que a maior jornada é para dentro. E nesse episódio, entre uma piada aqui e uma lembrança ali, falo exatamente disso: o cansaço emocional de quem já tentou demais, sentiu demais, esperou demais… e agora escolhe apenas ser. Sem cobranças. Sem caçadas. Sem esperas que dilaceram.

Sim, sou canceriano. Daqueles clássicos: intenso, romântico, nostálgico e absurdamente entregue. Mas também sou homem feito, calejado, experiente — e, principalmente, resiliente. Aprendi que amar é bom, mas se amar é essencial. E que antes de qualquer outro colo, o meu precisa estar confortável para mim mesmo.

Falo de crushes passageiros, de encontros que não se cumpriram, de despedidas silenciosas e de silêncios que gritam. Mas falo, sobretudo, da liberdade de seguir em frente. Da beleza de perceber que a reciprocidade não se implora. Que sentimento bonito é aquele que flui — não o que sufoca.

Este episódio não é apenas um desabafo: é um registro de maturidade. De alguém que entendeu que o amor próprio não é vaidade, é sobrevivência. Que ficar sozinho não é solidão, é escolha. E que viver não é correr atrás de ninguém — é caminhar ao lado de quem quer seguir junto.

Obrigado por me ouvirem. Por estarem comigo. Por me permitirem ser vulnerável, humano, real. E que esse texto — assim como aquele áudio gravado entre um semáforo e outro — também encontre o seu lugar no coração de quem sente demais, mas ainda assim escolhe não desistir de si.

Ouça o episódio completo em:
https://mono.direct/podcastdofabio
(Link direto para o episódio “Entre o Trânsito e o Coração” do Podcast do Fabio)

Com carinho,
Fabio Tadeu.

Podcast do Fabio | Advogado, professor, teólogo e eterno aprendiz da vida




segunda-feira, 24 de março de 2025

Entre Semáforos e Sentimentos: Meu Podcast no Trânsito - episódio de 24 de março de 2025.

Diário no Trânsito, Crushes e Reflexões

Sabe aquele tempinho no trânsito que normalmente a gente usa pra reclamar da vida ou escutar qualquer coisa no rádio? Pois é, eu transformei esse momento num espaço pra conversar comigo mesmo (e com você também). No meu podcast, que gravo entre um compromisso e outro, vou dividindo pedaços da minha rotina — aulas, treinos, natação, e até a dúvida existencial sobre mudar de academia depois de 16 anos (sim, dá um aperto no coração).

Outro dia me deparei com um programa italiano em que uma senhora grava um diário em áudio há mais de 40 anos. Achei simplesmente maravilhoso. Descobri que não tô sozinho nessa ideia meio maluca (ou genial?) de usar a voz como diário. Me senti parte de algo maior.

Nesse episódio, falei também de algo bem pessoal: minha bissexualidade. Compartilhei experiências, aprendizados e aquela constatação que a gente vai absorvendo com o tempo — ninguém é obrigado a corresponder às nossas expectativas. Amar e aceitar, especialmente a si mesmo, é um caminho sem pressa.

Teve espaço pra gratidão também. Agradeci aos ouvintes, ao pessoal que me acompanha no SIC Brasil, ao meu personal Maurão (que me empurra nos treinos), aos amigos de sempre… e, claro, aos crushes: Agnaldo (o primeiro) e Cauã (o atual). Porque sim, a vida tem dessas camadas afetivas que merecem ser lembradas com carinho.

Se quiser ouvir esse papo todo, dá o play lá no meu podcast:
https://mono.direct/podcastdofabio

sexta-feira, 21 de março de 2025

"Como Saber se o Boy Também Sente Algo por Mim?" - postagem que prometi no áudioblog ... há dias ... MAS, não está escrito à mão, ainda ...

Certa vez, me peguei perguntando: "Por que eu me fiz gostar dele?"

Sim, parece estranho. Afinal, a gente não deveria “se fazer” gostar de alguém. Mas a verdade é que, às vezes, nossos sentimentos nos surpreendem, especialmente quando a pessoa em questão se encaixa direitinho naquele perfil que a gente costuma curtir. E foi o que aconteceu.

Ele é gentil, tem um jeito doce e atencioso. Cumprimenta, sorri, e sempre que me atende, parece que há um cuidado a mais no olhar, um leve brilho nos olhos. Será que ele me notou? Será que me vê como alguém especial? Ou estaria apenas sendo educado e profissional?

É nessa dúvida que me encontrei nos últimos tempos.

Tudo começou num atendimento comum, desses que a gente faz no dia a dia. Eu, cliente. Ele, funcionário. Mas tinha algo diferente. Um jeito de olhar. Uma simpatia que ia além do protocolo. E foi aí que minha mente começou a trabalhar — ou, quem sabe, o coração começou a imaginar...

Será que ele é hétero? Será que é bissexual? Será que tem alguém? Será que já notou algo em mim? Será que sou do tipo que ele gostaria de chamar de “meu”? Perguntas, perguntas e mais perguntas. Um verdadeiro emaranhado de sentimentos e incertezas.

E no meio disso tudo, há algo que me consola: saber que sou LGBTQIAPN+ com orgulho. Isso não me faz menor, me faz digno de ser amado e de amar com autenticidade. Não posso exigir que alguém sinta o mesmo que eu — mas posso, sim, sonhar com alguém que deseje caminhar ao meu lado.

A verdade é que o "Kauan" — nome fictício, "claro" — passou a ser meu atual “crush”. E mesmo que nada aconteça, mesmo que ele jamais saiba disso, o simples fato de sentir algo bom por alguém, de novo, já me lembra que estou vivo, que meu coração ainda pulsa, e que amar continua sendo uma das experiências mais intensas e bonitas da vida.

Se você aí do outro lado também já se apaixonou por alguém inacessível, ou por alguém que talvez nem perceba a sua existência, saiba: você não está só. Às vezes, amar em silêncio também é um ato de coragem.

Sigo minha vida, sigo meu caminho. Se for pra ser, será. E se não for… o mundo é vasto, e o amor sempre encontra novas formas de florescer.




quarta-feira, 19 de março de 2025

🎙️ Reflexões, Rotina e Crushes: Um Novo Episódio no Podcast do Fábio! 🚀 - episódio de 19 de março de 2025


Hoje, no Podcast do Fábio, celebramos o Dia de São José, uma data especial para os católicos, marcada pelo exemplo de amor e dedicação do pai adotivo de Jesus. Mas, como sempre, nosso bate-papo vai além das efemérides! Neste episódio, compartilho com vocês um pouco do meu dia, minha rotina e algumas reflexões sobre a vida, amor e, claro, algumas surpresas inesperadas.


☀️ Manhã Tranquila e Algumas Obrigações

O dia começou cedo por aqui! Como não tinha aulas para ministrar pela manhã, aproveitei para organizar a casa e me preparar para a visita da moça da limpeza. Nada como um ambiente arrumado para trazer paz à mente, né? Além disso, com o clima agradável em São Paulo, tudo pareceu fluir com mais leveza.

📖 Uma Grande Novidade: O Podcast Agora Vira Blog!

Uma notícia incrível para quem me acompanha: agora todos os episódios do podcast também serão transformados em texto! Graças à tecnologia, consigo converter as conversas e reflexões que compartilho por aqui em conteúdo escrito. Assim, quem preferir ler pode acessar tudo diretamente no blog. Um avanço maravilhoso para deixar tudo ainda mais acessível para vocês!

💪 Treino, Organização e um Encontro na Farmácia?

Entre compromissos e organização do dia, o treino não podia faltar! Mais tarde, tive minha sessão com o personal trainer Maurão e, antes disso, um treino de natação. Mas, no meio dessa rotina agitada, surgiu uma visita inesperada à farmácia para buscar remédios para minha mãe. E aí, um detalhe especial: será que encontraria o Cauã, aquele atendente fofo que já ganhou minha atenção? Fica a dúvida no ar... 😏

❤️ Sobre Crushes e Expectativas

Falando em crushes, trouxe algumas reflexões sobre relacionamentos e o que realmente espero para minha vida. Como um bom canceriano, acredito no amor verdadeiro, na fidelidade e no respeito. Construir algo sólido sempre foi meu desejo, mas sem pressa e sem forçar nada. Afinal, as melhores coisas acontecem naturalmente!

Além disso, aproveitei para responder uma pergunta que recebo com frequência no podcast: tenho vícios? A resposta é não! Nunca bebi, nunca fumei e nunca usei drogas. A única coisa que talvez tenha sido um "vício" na juventude foi sexo, mas hoje levo uma vida muito mais equilibrada e tranquila.

🎧 Ouça o Episódio Completo!

Se você quer dar boas risadas, refletir sobre a vida e acompanhar essa nova fase do podcast, ouça o episódio completo agora mesmo!

🔗 Acesse: https://taggo.one/podcastdofabio 


Lá você encontra todos os episódios, pode ler o blog e até me chamar no WhatsApp para interagir!

Espero que gostem e que este seja um dia abençoado para todos nós! 💙 Até o próximo episódio!



terça-feira, 18 de março de 2025

🔥 Crush, Coincidências e Reflexões: O Podcast Que Você Precisa Ouvir! 🎙️ - 18 de março de 2025

Bom dia, pessoal! Como vocês estão? Espero que bem.

Hoje, enquanto voltava para casa depois de dar aula para o pessoal que está se preparando para concursos em Campinas, me peguei refletindo sobre algo que preciso registrar. Afinal, são esses pequenos momentos do cotidiano que tornam a vida interessante – e às vezes, um tanto confusa.

A Síndrome do Dedo Podre

Tenho um histórico questionável de escolhas no quesito "crush". Homens, mulheres, tanto faz. Parece que sempre escolho a pessoa errada. E ontem, uma cena na farmácia reacendeu essa reflexão.

Depois de um treino com meu amigo e personal Maurão, passei na farmácia para comprar vitaminas para minha mãe. Enquanto esperava ser atendido, um funcionário, Cauã, veio me cumprimentar com um sorriso lindo e um jeito todo fofo. O que me chamou atenção foi que, antes de mim, havia outras pessoas na fila e ele não fez questão de sair do lugar para cumprimentá-las como fez comigo.

Confesso que fiquei surpreso. Não esperava tal atenção, ainda mais estando de roupa de academia, todo suado depois do treino. Mas lá estava ele, com aquele sorriso encantador, um "E aí, campeão?" e um olhar que me fez questionar tudo.

Carência ou Interesse Real?

A dúvida que me atormenta é sempre a mesma: será que a pessoa realmente me notou ou sou eu que, na minha carência canceriana crônica, estou vendo coisas onde não há?

Faz tempo que alguém não me trata assim. A última vez foi com um atendente de pet shop, Aguinaldo, que sempre fazia questão de vir conversar comigo no fundo da loja. E agora, Cauã parece seguir um roteiro parecido.

Será que estou projetando algo que não existe? Ou será que realmente há um interesse ali?

O Canceriano e o Amor Idealizado

Ser de Câncer é um dilema. Sentimental até a última gota, a gente cria mil cenários na cabeça antes mesmo de dar um primeiro passo. Não é fácil ser assim. Meu desejo sempre foi simples: encontrar alguém – homem ou mulher – para construir uma relação baseada em fidelidade, respeito e amor.

E Cauã… ah, Cauã. Ele tem chamado minha atenção nos últimos tempos. Sempre que passo na farmácia, parece que há uma interação diferente, um cuidado especial no jeito de me atender. Até meu amigo Rodrigo percebeu: "Se ele sempre te cumprimenta e faz questão de falar com você, alguma coisa tem aí."

Mas será?

Entre o Medo e a Coragem

A verdade é que sou um desastre quando escolho alguém para ser crush. O pior é que, quando finalmente decido que gosto de alguém, fico sem coragem de fazer qualquer movimento. E aí, fico nesse limbo: observo, analiso, reflito, mas não ajo.

Talvez seja melhor assim. Talvez seja só um flerte simpático de um atendente educado. Ou talvez seja um sinal para eu tomar coragem e ver no que dá.

O que eu sei é que vou continuar indo à farmácia para comprar as vitaminas da minha mãe e, enquanto isso, vou aproveitando os sorrisos e cumprimentos do Cauã. Quem sabe um dia eu resolva falar alguma coisa?

Por enquanto, sigo nos devaneios de um canceriano apaixonado pela ideia do amor.

E vocês, já passaram por algo assim? Me contem nos comentários!

Obs: o áudio está no Podcast, com o mesmo título daqui. "🔥 Crush, Coincidências e Reflexões: O Podcast Que Você Precisa Ouvir! 🎙️ - 18 de março de 2025"



#CrushDaFarmácia #CancerianoSentimental #SíndromeDoDedoPodre #FlerteOuIlusão #VidaDeCanceriano #AmorESeusMistérios #DevaneiosMatinais #SignosNoAmor #PaqueraOuParanoia #ReflexõesDaVida

sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Acordei, e percebi que não há comoriência sem a unidade do ser humano nele mesmo!

A consciência, essa faculdade que nos permite perceber a realidade, refletir sobre nossas ações e tomar decisões, é um tema profundo e fascinante. Porém, a consciência não é um fenômeno isolado, desvinculado do ser humano que a possui. Ao contrário, ela emerge da unidade intrínseca do indivíduo, uma unidade que abrange mente, corpo e espírito. Nesta exposição, exploraremos a ideia de que a consciência é um produto da integração do ser humano consigo mesmo e como essa unidade está intimamente ligada à nossa conexão com o divino.

A unidade do ser humano é a base sobre a qual a consciência se desenvolve. Essa unidade não é apenas física, mas também mental e espiritual. É a harmonia entre esses aspectos que permite a emergência de uma consciência plena. Quando acordamos para essa realidade, percebemos que a fragmentação, a dissociação entre esses componentes, leva a uma consciência diminuída, fragmentada.

A mente, o corpo e o espírito precisam estar em sintonia para que a consciência possa florescer. A mente, com seu poder de raciocínio e reflexão, o corpo, com suas sensações e emoções, e o espírito, com sua conexão com o transcendente, formam uma tríade inseparável. Quando esses elementos estão em equilíbrio, a consciência se expande, permitindo uma compreensão mais profunda da realidade e de nós mesmos.

A conexão com o divino é essencial para a unidade do ser humano. Essa conexão não é apenas uma questão de fé, mas uma experiência vital que alimenta a alma e dá sentido à existência. Deus, na sua essência, é unidade, e é através dessa conexão que podemos alcançar a nossa própria unidade interior. A oração, a meditação e a contemplação são caminhos que nos permitem nos alinharmos com o divino, fortalecendo a nossa consciência e a nossa unidade.

A consciência é um dom precioso que nos permite navegar pelo mundo com lucidez e propósito. No entanto, para que essa consciência seja plena, é necessário que o ser humano esteja em unidade consigo mesmo, integrando mente, corpo e espírito. Essa unidade, por sua vez, está intimamente ligada à nossa conexão com o divino, que nos oferece a força e a orientação necessárias para vivermos uma vida consciente e significativa.

Ao acordar para essa verdade, sentimos um sentimento maior em nossa alma, um sentimento de integração e conexão que vai além das palavras. É nesse estado de unidade que encontramos a verdadeira essência da consciência, uma consciência que nos conecta não apenas conosco mesmos, mas também com o universo e com Deus.

01 de março de 2026 - Domingo que Fica — Mais uma vez falando do Crush da Igreja

Domingo que Fica — Mais uma vez falando do Crush da Igreja Existem domingos que simplesmente passam pelo calendário. E existem domingos que ...