sexta-feira, 31 de julho de 2026

​TBT: O Amor Não Pode Ser Exigido!

TBT: O Amor Não Pode Ser Exigido

Há dias em que a vida simplesmente acontece.

Ela não pede licença, não segue roteiro e nem espera que tudo esteja perfeito. Às vezes, até um fio que se solta durante uma gravação acaba lembrando uma grande verdade: por mais que tentemos controlar tudo, há momentos que só podem ser vividos como realmente aconteceram.

Talvez seja por isso que eu goste tanto da vida real.

A vida real tem pausas. Tem interrupções. Tem erros. Tem recomeços. Tem risos inesperados. Tem silêncio. Tem saudade. Tem esperança.

E, acima de tudo, tem pessoas.

Hoje pensei muito sobre isso.

Passei por consultas médicas, cuidei da saúde, treinei, trabalhei, encontrei pessoas conhecidas e, no meio da correria, minha mente resolveu viajar para muitos anos atrás. Vieram lembranças da adolescência, de sonhos antigos, de pessoas que passaram pela minha vida e ajudaram a construir quem eu sou.

Percebi que o tempo leva muita coisa.

Leva rostos.

Leva lugares.

Leva histórias.

Mas não leva aquilo que aprendemos sobre amar.

Com o passar dos anos, descobri que o amor não nasce da obrigação.

Ninguém é obrigado a sentir.

Ninguém é obrigado a corresponder.

Ninguém é obrigado a viver os mesmos sonhos que nós.

E isso não é triste.

Isso é liberdade.

Passei a compreender que o verdadeiro amor começa justamente quando deixamos de tentar controlar a vida do outro.

Amar é desejar que alguém seja feliz.

Se essa felicidade puder caminhar ao nosso lado, será um presente extraordinário.

Se não puder, continuará sendo uma felicidade que merece existir.

Talvez essa seja uma das maiores demonstrações de maturidade que a vida pode ensinar.

Também reafirmei aquilo em que sempre acreditei: Deus continua sendo o primeiro lugar do meu coração.

Não porque diminua o amor humano.

Mas porque é justamente esse amor maior que me ensina a respeitar quem está diante de mim.

Quem ama a Deus aprende que pessoas não são propriedades.

São presentes.

São encontros.

São histórias que podem permanecer por toda a vida ou apenas por alguns capítulos.

E ambas continuam tendo valor.

Hoje existe alguém que desperta novamente o meu coração.

Talvez nunca saiba a dimensão do bem que já me fez.

Não porque exista uma história entre nós.

Mas porque me fez perceber que ainda sou capaz de sentir.

Depois de tantas perdas, tantas despedidas e tantos caminhos percorridos, descobrir que o coração ainda consegue sorrir já é, por si só, um presente.

O futuro pertence a Deus.

Não sei o que acontecerá amanhã.

Não sei quem permanecerá.

Não sei quem chegará.

Mas sei exatamente como desejo caminhar.

Sem sufocar.

Sem exigir.

Sem invadir.

Sem deixar de sonhar.

Continuarei acreditando que existe alguém que queira construir uma vida baseada nos mesmos valores, na mesma lealdade, na mesma fé e no mesmo desejo de cuidar um do outro.

E, enquanto esse dia não chega — ou mesmo que nunca chegue — continuo vivendo.

Porque viver também é isso.

É agradecer pelo presente, aprender com o passado e entregar o futuro nas mãos de Deus.

No fim das contas, continuo repetindo aquilo que se tornou uma das frases mais verdadeiras da minha vida:

Eu sei bem o que quero viver. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas posso, sim, procurar alguém que queira viver o mesmo que eu.

Enquanto esse encontro não acontece, sigo caminhando.

Com esperança.

Com serenidade.

E com o coração aberto para tudo aquilo que Deus ainda escreverá na minha história.


sexta-feira, 24 de julho de 2026

QUANDO A CURIOSIDADE ULTRAPASSA OS LIMITES.

🎙️ EPISÓDIO NOVO — QUANDO A CURIOSIDADE ULTRAPASSA OS LIMITES

No episódio desta sexta-feira, 24 de julho de 2026, eu compartilho um dia de conquistas, trabalho, fé, disciplina e também um desabafo necessário.

Começo celebrando uma vitória muito importante: eliminei 1,950 kg nesta semana e cheguei aos 123,05 kg, resultado de uma rotina mais consciente, alimentação controlada, natação, exercícios de cardio e muita perseverança.

Também conto sobre minha manhã de trabalho, a aula de Direito Constitucional, minhas atividades na comunidade cristã Voz e Fé, a música nas missas e os projetos que continuo construindo com gratidão a Deus.

Mas o episódio muda de tom quando falo sobre mensagens recebidas com informações particulares a respeito de pessoas mencionadas no podcast.

Uma coisa é acompanhar, torcer, participar e mandar carinho. Outra completamente diferente é investigar, vigiar, obter dados pessoais ou tentar interferir na vida de alguém.

Eu posso gostar de uma pessoa. Posso desejar conhecê-la melhor. Posso torcer por sua felicidade. Mas isso jamais me dá o direito de invadir sua privacidade, seu trabalho, sua família ou sua vida pessoal.

Sentimento verdadeiro não combina com perseguição, exposição ou invasão.

Eu sei muito bem o que quero viver na minha vida. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas posso continuar buscando alguém que deseje caminhar na mesma direção.

Neste episódio, eu realmente solto os cachorros, mas também reafirmo algo essencial: quero continuar sendo o protagonista da minha própria história, sem permitir que terceiros transformem sentimentos sinceros em brincadeira, fofoca ou espetáculo.

🎧 Ouça agora o novo episódio do Podcast do Fabio - https://taggo.one/podcastdofabio

💬 Você acha que algumas pessoas confundem interesse e curiosidade com o direito de interferir na vida dos outros?

Curta, comente, compartilhe e participe.

🙏 Que Deus abençoe sua vida, sua saúde e seu final de semana.

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​A Vida Continua. E Eu Também.

A Vida Continua. E Eu Também.

Há dias em que um episódio de podcast nasce do roteiro. Outros, porém, nascem da própria vida.

O episódio desta quinta-feira (TBT) do Podcast do Fabio acabou se transformando em uma reflexão sobre escolhas, expectativas e a coragem de seguir em frente. O que começou com o relato da rotina diária — os cuidados com o Labrador Tufão, a natação, a academia, o trabalho como advogado, professor e comunicador — terminou em uma conversa profunda sobre a maneira como encaramos as pessoas que passam pela nossa história.

Durante o programa, compartilhei uma metáfora que surgiu quase sem perceber: a vida é como uma viagem de trem.

Ao longo do caminho, pessoas embarcam e desembarcam. Algumas permanecem por muitas estações. Outras passam rapidamente, deixando apenas uma lembrança, um aprendizado ou uma pergunta sem resposta.

A grande reflexão do episódio, porém, não foi sobre quem entra ou quem sai da nossa vida.

Foi sobre a importância de não estacionarmos o nosso próprio trem esperando que alguém volte.

Quantas vezes desperdiçamos energia tentando interpretar sinais, coincidências, olhares ou silêncios? Quantas histórias construímos dentro da nossa imaginação antes mesmo de existir uma história na realidade?

Essa reflexão levou a uma decisão pessoal: viver mais de fatos do que de suposições.

Valorizar a reciprocidade em vez da expectativa.

Investir tempo e sentimentos em relações construídas sobre respeito, liberdade, sinceridade e verdade.

O episódio também trouxe um desabafo importante sobre privacidade. Compartilhei minha preocupação com ouvintes que, movidos pela curiosidade ou pela boa intenção, acabam procurando e enviando informações pessoais sobre pessoas mencionadas no programa. Reforcei que esse tipo de atitude não faz parte da forma como escolho viver. Não acredito em perseguir pessoas nem em ultrapassar limites. Cada um deve ser livre para escolher permanecer ou seguir seu próprio caminho.

Entre uma história e outra, o episódio percorreu temas como saúde, disciplina, trabalho, fé, família e a importância dos pequenos hábitos diários. A rotina de exercícios, o cuidado com minha mãe, a atenção dedicada ao Tufão e os projetos profissionais lembram que a vida continua acontecendo, mesmo quando estamos refletindo sobre o passado.

Inspirado pela canção “Trem-Bala”, de Ana Vilela, e pelas referências musicais de Laura Pausini, o episódio caminhou para uma conclusão simples, mas profundamente significativa: não podemos controlar quem entra ou sai da nossa viagem, mas podemos decidir continuar caminhando.

No fim das contas, talvez a maturidade esteja justamente nisso.

Continuar acreditando nas pessoas sem viver de ilusões.

Continuar acreditando no amor sem abrir mão da paz.

Continuar acreditando em Deus, mesmo quando nem todos os caminhos fazem sentido.

Porque alguns vagões podem até ficar vazios por um tempo.

Mas um trem vazio continua seguindo.

Os trilhos continuam.

O horizonte continua.

E nós também.


🎙️ Ouça o episódio completo do Podcast do Fabio:

https://taggo.one/podcastdofabio

Que Deus abençoe a sua caminhada e todas as estações da sua vida.


quinta-feira, 23 de julho de 2026

Eu só queria amar … e, claro, ser amado!

Eu Só Queria Amar e Ser Amado

Toda quarta-feira tem um significado especial no Podcast do Fábio. É o dia em que a rotina dá lugar aos sentimentos, às memórias e às reflexões sobre aquilo que talvez seja a maior busca do ser humano: amar e ser amado.

O episódio começa com um retrato simples da vida. O despertador toca cedo, às 5h30. Entre colocar o lixo na rua, cuidar do Tufão, acompanhar os jornais da manhã, preparar materiais para os alunos, dar aula, nadar, fazer exercícios e trabalhar na Rádio Drops Jurídico, a vida segue seu ritmo. Há disciplina, responsabilidade e o compromisso de continuar evoluindo.

Essa evolução também aparece na saúde. Depois de iniciar o ano com quase 150 quilos, hoje já são aproximadamente 25 quilos eliminados. Mais do que um número na balança, essa conquista representa uma mudança de hábitos, perseverança e a certeza de que grandes transformações acontecem um dia de cada vez.

Mas a Quarta do Amor nunca fica apenas na rotina.

O episódio mergulha em lembranças importantes. A primeira namorada, Vanessa, reaparece após muitos anos, despertando reflexões sobre escolhas, amadurecimento e o respeito ao passado. Também há espaço para recordar o eterno Toshi, um amor que marcou profundamente a vida de Fábio e cuja memória permanece simbolizada pela aliança preta com uma faixa dourada, lembrando que algumas pessoas jamais deixam verdadeiramente o nosso coração.

Entre recordações e aprendizados, surge o tema que atravessa todo o episódio: Gabriel.

Sem saber, o jovem rapaz que trabalha no Carrefour tornou-se símbolo de algo maior. Não apenas de um encantamento, mas da redescoberta da esperança. Um sorriso, um olhar e uma presença foram suficientes para mostrar que o coração continua vivo e que ainda é possível acreditar no amor, independentemente da idade.

Fábio fala com sinceridade sobre a timidez, o medo da rejeição e o desejo de construir um relacionamento baseado em valores simples: fidelidade, transparência, confiança, companheirismo e visão de futuro.

Não há espaço para jogos, máscaras ou relacionamentos superficiais. O sonho continua sendo dividir a rotina com alguém: ir ao cinema, jantar, assistir a um filme, viajar, frequentar a igreja e envelhecer juntos. São justamente essas pequenas experiências que, para ele, dão sentido ao verdadeiro amor.

O episódio também propõe uma reflexão importante sobre confiança. Para Fábio, um relacionamento saudável não pode ser construído sobre segredos permanentes ou desconfianças constantes. A transparência, o diálogo e o respeito mútuo são pilares fundamentais para qualquer compromisso duradouro.

Talvez a frase que melhor resuma todo o episódio seja justamente a que encerra a gravação:

“Eu sei bem o que quero viver na minha vida. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas posso, sim, buscar alguém que queira viver o mesmo que eu.”

Essa frase vai muito além de um relacionamento. Ela fala sobre liberdade, respeito e maturidade. Cada pessoa escolhe o próprio caminho, e amar também significa compreender essa liberdade, desejando sinceramente a felicidade do outro, mesmo quando ela não acontece ao nosso lado.

No fim das contas, esta Quarta do Amor não é apenas sobre Gabriel. Também não é apenas sobre Toshi ou Vanessa. É sobre a coragem de continuar acreditando que vale a pena amar.

E talvez seja justamente isso que torna esse episódio tão especial.

Porque, antes de procurar alguém para caminhar ao nosso lado, precisamos continuar caminhando sem perder a esperança.


🎙️ Ouça este episódio e acompanhe todas as plataformas oficiais do Podcast do Fábio:

https://taggo.one/podcastdofabio


Aos mais “desativados” … as fotos (INfelizmente) são feitas por IA 

sexta-feira, 17 de julho de 2026

​Ainda Acredito no Amor…

Há dias que passam sem deixar marcas.

E há dias que mudam alguma coisa dentro da gente sem que nada de extraordinário aconteça.

Hoje foi um desses dias.

Acordei às 5h20 da manhã. O Tufão bateu na porta do quarto para pedir que eu abrisse a porta para ele fazer xixi. Coloquei o lixo para fora, preparei o café da manhã da minha mãe, fiz minha pesagem semanal e tive uma alegria que há alguns meses parecia distante: mais 1,2 kg eliminados. Agora são 124,1 kg.

É impressionante como disciplina, foco, exercício físico e a ajuda de pessoas boas, como o meu personal Maurão, conseguem transformar uma caminhada que antes parecia impossível.

Depois vieram as aulas, o corte de cabelo com o Rosaldo — que cuida do meu cabelo há quase vinte anos —, o trabalho como advogado, a preparação dos sermões para a Comunidade Voz & Fé, a natação e a academia.

Foi um dia cheio.

E talvez exatamente por isso eu não imaginasse que o momento mais marcante duraria apenas alguns minutos.

Depois do treino, passei no Carrefour do shopping.

E lá estava o Gabriel.

Meu crush.

Não porque eu conheça profundamente quem ele é. Na verdade, conheço muito pouco da sua vida.

O que conheço é o suficiente para despertar um sentimento bonito: um sorriso sincero, um jeito delicado de tratar as pessoas, uma educação rara e uma serenidade que transmite paz.

Hoje conversamos um pouco.

Nossas mãos se tocaram por alguns instantes enquanto ele passava minhas compras.

Na despedida, desejei um bom fim de semana.

Ele olhou para mim, sorriu e respondeu com a mesma gentileza de sempre.

Pode parecer pouco.

Talvez, para quem lê estas linhas, isso seja apenas um atendimento comum em um supermercado.

Mas o coração nem sempre mede os acontecimentos pelo tamanho deles.

Às vezes, um único sorriso consegue ocupar um dia inteiro.

Saí feliz.

E, curiosamente, também saí triste.

Feliz porque percebi que ainda sou capaz de me encantar por alguém.

Triste porque a vida também nos ensina que nem todo encantamento se transforma em uma história de amor.

Foi então que me dei conta de uma sensação que me acompanha há muitos anos.

Brinco dizendo que tenho a “síndrome do dedo podre”.

É a impressão de que meu coração costuma escolher justamente pessoas que talvez nunca viessem a me escolher.

Não porque sejam pessoas ruins.

Muito pelo contrário.

Mas porque a vida, às vezes, simplesmente segue caminhos diferentes.

Isso dói.

Dói porque eu nunca procurei aventuras.

Nunca procurei relacionamentos descartáveis.

Nunca procurei alguém apenas para preencher um vazio.

O que sempre procurei foi um companheiro.

Alguém para dividir o café da manhã — no meu caso, um copo de água ou uma Pepsi.

Alguém para assistir a um filme no sofá.

Para caminhar de mãos dadas.

Para ir à igreja.

Para enfrentar as dificuldades sem soltar a mão um do outro.

Para envelhecer junto.

Talvez seja um sonho simples.

Mas é exatamente esse sonho que mora dentro do meu coração.

E, curiosamente, o Gabriel me fez lembrar que esse sonho continua vivo.

Não porque exista qualquer promessa entre nós.

Não existe.

Não porque eu saiba o que ele pensa.

Eu não sei.

Nem porque eu espere alguma coisa específica dele.

Também não.

Na verdade, hoje eu compreendi algo importante.

Amar alguém também significa desejar sinceramente que essa pessoa seja feliz.

Mesmo que essa felicidade não aconteça ao nosso lado.

Por isso, se o caminho do Gabriel nunca cruzar o meu de uma forma diferente, tudo bem.

Que Deus cuide dele.

Que ele seja imensamente feliz.

Que encontre pessoas que o amem, o respeitem e façam bem ao seu coração.

E quanto a mim?

Eu continuo fazendo a mesma oração.

Não peço a Deus uma pessoa específica.

Peço apenas que, no tempo certo, Ele coloque em meu caminho alguém que também esteja procurando por mim.

Alguém que queira viver o mesmo amor que eu sonho viver.

Porque existe uma enorme diferença entre gostar de alguém e caminhar ao lado de alguém.

O amor verdadeiro nasce quando dois corações escolhem um ao outro.

Enquanto esse dia não chega, continuo vivendo.

Continuo trabalhando.

Continuo emagrecendo.

Continuo servindo a Deus.

Continuo cuidando da minha mãe.

Continuo cuidando do Tufão.

Continuo acreditando que vale a pena ser fiel aos meus valores, mesmo quando o mundo parece caminhar em outra direção.

E continuo acreditando que o amor ainda existe.

Talvez hoje eu tenha encontrado apenas um sorriso.

Mas, às vezes, um sorriso basta para lembrar que o nosso coração continua vivo.

E enquanto ele continuar vivo, eu me recuso a desistir da esperança.

Porque, no fundo, não estou procurando alguém perfeito.

Estou apenas esperando encontrar alguém que também esteja procurando por mim.


​TBT: O Amor Não Pode Ser Exigido!

​ TBT: O Amor Não Pode Ser Exigido Há dias em que a vida simplesmente acontece. Ela não pede licença, não segue roteiro e nem espera que t...